quinta-feira, 10 de maio de 2012

PÁGINA 18


de uma sobreposição de elementais na criação do ser reciclado. Por incrível que pareça desde sua primeira conquista, ele sobre saia sempre onde quer que ele fosse ou aparecesse, apenas não comunicava diretamente com seus observadores.
Que desperdícios têm ao longo de nossa existência, tudo jogado fora sem nenhuma classificação, sem conceitos, sem idéias de que como poderíamos ajudar o ambiente e não degradá-lo ainda mais. As transformações de um elemento essencial pouco desperta o interesse comum, não se preocupamos com um grão de areia, um raio de sol, um grão de trigo, porém tudo é de uma forma ou outra energia pura de excelente qualidade. E pior as relações entre o lixo e o ser humano são classificadas como pobreza e ninguém quer ficar com esse entulho energético, e que até no espaço entulharam.
A tentativa é valida, queremos muito evitar o desperdício porem não nos preocupou com coisas que não tem valor, não usamos o que está a nossa porta e preferimos usar que é mais pratico. E se vai poluir o problema não é meu. Assim caminham a passos longos os interesses dos desinteressados com a reciclagem. Acaba gerando uma situação ridícula e sem fim, de mão única e principalmente destrutiva ao meio ambiente.
O valor que é dado nem sempre agrada a quem trabalha com reciclagem, muitas das vezes sobressai à imposição na busca de minimizar os impactos ambientais, e assim conseguimos recuperar a duras penas o que foi degradado, perdido e não re-utilizado. Um desperdício energético sem precedentes e creio que desde o primeiro andar de um ser nunca mais foi igual.