3.
O desperdício é o fim, não
se entende como solução, a fórmula esta errada e conseqüentemente percebemos e
nada podemos fazer. Em busca do marco zero e tentando entender o fim seria mais
fácil compreender o que buscamos pra o nosso bem e não para o nosso desagregar
sem limites.
4.
Alguns dos fatores importantes para o ser
sustentável dentro ambiente onde vive, seria que apesar das transformações o
desperdício energético fosse minimizado fortemente. Uma reação quando
desencadeada provoca uma série de acontecimentos que interferem em todos sem
exceção, prejudicando a cadeia principal e todas suas ramificações. Se qualquer
elemento fosse dispensado aleatoriamente perderíamos toda energia acumulada e
por conseqüente estaríamos aumentando o desperdício, a questão principal seria
o balanço energético ideal.
5.
A relação entre o tempo e
espaço, aflige diretamente o transporte energético, nem se tem às vezes o tempo
necessário para exercer o direito de consumir e ou desperdiçar o que levou
milhares de anos para se construir, se formar e até mesmo renascer. E, contudo,
não observamos o vazio que se forma entre os seres e seu ambiente em que se
vive, destruindo tudo sem preceitos alguns.
6.
Assim entendemos que somos
responsáveis e não resolvemos as questões mais simples da vida, não respeitamos
nada e ainda criamos verdadeiros estigmas e comprometemos todo o ambiente que
nos cerca. Então que fazemos para tentar obter a equação ideal para o
desenvolvimento correto do meio que vivemos.