quinta-feira, 10 de maio de 2012

PÁGINA 13


        desprendiam de mim caiam e assim ficavam sem qualquer movimento futuro.
11.      Com o passar dos dias, as condições sempre pioravam, alguns flashes percebia, movimentações de seres andantes de médio porte ao meu redor era sempre registrado, entretanto havia uma diminuição das exposições de cores ao meu redor, isso me incomodava e parecia que não ia terminar nunca mais. Essas condições interferiram no meu relógio biológico e não registrava mais as emoções dos observadores, que agora de vez em quando passavam a minha frente.
12.      No entanto, a percepção do mundo me cerca era sempre uma atividade complicada aos meus olhos, ou melhor, meus sensores, os quais registravam sensações dúbias e complexas, porque sentir algo nessas condições de intempéries severas era desafiador.
13.      Houve outros momentos, no começo do meu primeiro andar, tudo em prefeitas condições e um ambiente que não tem anda a haver com esse, o qual encontro me agora. Desde os primeiros registros eu percebia um lindo ambiente o qual comecei a desenvolver meu intelecto, avaliar os sensores e perceber o mundo ao meu redor. As cores eram apenas flashes de luz e os ruídos, sons muitos reduzidos, o silencio era dominante e assim por ali fiquei por um longo período. E num determinado dia foi removido, desmontado e transportado para o meu destino, o qual encontrou meu real motivo de ser.
14.      No momento da criação, as uniões das forças com elementos vindos da natureza propiciaram meu surgimento e sabendo-se disso e teria que em conformar com o meu desintegrar também. Sempre que estamos em situações complexas sem entendimentos mínimos incorporamos forças que não entendemos, ou seja, forças que tem o poder de unir ou separar. E cabe a cada um, saber qual é o ponto ideal, o ponto de equilíbrio e saber que esse é o principal comando da vida.
                 15. Ao começar sempre nos deparamos com um único elemento e depois outros e assim até   concretizarmos nossos sonhos, que pode ser de criar